"Não é o crime que nos arrasta ao desequilíbrio, mas o desequilíbrio que nos atira ao crime. Se não mantivermos a vigilância sob nós mesmos, cairemos na roda viva e iremos do desequilíbrio para as falhas, às faltas e para o crime. Do crime voltaremos para o desequilíbrio e aí rolaremos na roda das reencarnações, de que falava o Buda e nesse vai e vem maluco permaneceremos séculos e milénios, do qual dificilmente sairemos por nós mesmos, dependendo que uma força externa, fruto de um amor, de um ou de alguns Espíritos amigos que nos amem, nos salvará. Fora isso, sem a interferência dessas almas amorosas, e amantes, ficaremos nas mãos indiferentes do acaso que nos deixam abandonados, caindo infindavelmente no ABISMO de nós mesmos, de tal maneira que, aparentemente, parece uma queda eterna no sentido de atingir o ser que cai, a desintegração total por falta de energia"...
Aglon